sábado, 31 de dezembro de 2011

Fim de Ano

Fim de Ano.....
 
Dentro de alguns dias estaremos no último dia do ano de 2011... e depois da meia-noite, virá o Ano Novo!
O engraçado é que, teoricamente, continua tudo igual...
Ainda seremos os mesmos.
Ainda teremos os mesmos amigos.
Alguns o mesmo emprego.
O mesmo parceiro(a).
As mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras).
Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.
Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano...
A diferença, a sutil diferença, é que quando o relógio nos avisar que é meia-noite, do dia 31 de dezembro de 2011,
Teremos um ano IN-TE-I-RI-NHO pela frente!
Um ano novinho em folha! Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.
Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé, um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos erros, 365 dias para fazermos o que quisermos!!
Sempre há uma escolha... e exatamente por isso, eu desejo que você faça as melhores escolhas que puder.
Agradeça por estar vivo e ter sempre mais uma chance para recomeçar.
Agradeça as suas escolhas, pois certas ou não, elas são SUAS!!
Quero agradecer aos amigos e colegas que tenho:
Aos que me “acompanham” desde muito tempo.
Aos que eu fiz este ano.
Aos que eu escrevo pouco, mas lembro muito.
Aos que eu escrevo muito e falo pouco.
Aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria.
Aos que moram perto e eu vejo sempre.
Aos que me “seguram”, quando penso que vou cair.
Aos que eu dou a mão, quando me pedem ou quando me parecem um pouco perdidos.
Aos que ganham e perdem.
Aos que me parecem fortes e aos que realmente são.
Aos que me parecem anjos, mas estão aqui e me dão a certeza de que este mundo é mesmo divino.
Obrigada por estarmos juntos mais este ano!
Cuide-se e BOAS FESTAS!!!
Autor desconhecido

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Criando um Beija-flor ( Rescuing a hummingbird)

Para aqueles que dizem que o pássaro criado em cativeiro não pode ser devolvido à Natureza porque não seria capaz de sobreviver! Desculpa esfarrapada, de quem se acha no direito de tirar a liberdade daqueles seres concebidos pelo Criador livres para voar. Desumano colocá-los entre grades!

Aeroportos no Brasil

Como está difícil ultimamente passar pelo detector de metais nos aeroportos, heim? Até parece que aqui tem alguma coisa que mereça um atentado à Bin Laden! Pensando bem....até que tem mesmo! rs
Olha só, eu estava com calça jeans, camiseta, tenis. Brasília para o Rio. Usava brincos, aneis, pulseira.
Bom, baseada em experiência anterior, tirei a pulseira. Coloquei na bandeja, junto com a bolsa.
 Agora sim, pensei, nada vai apitar. Ledo engano! A geringonça apitou. Ah, devem ser os brincos (nunca antes apitava a danada pra meus brincos). Tirei os brincos, os anéis (prevenido vale por dois). A porcaria bipou de novo........E agora???? Agora vão me botar na parede e passar o sensor no corpo todo.......pensei. Não....."Tira os óculos" disse a moça...Meus óculos??? Tirei. Acreditam nisso? Agora a síndrome de 11 de setembro baixou aqui no país tupiniquim. Reclamei: puxa, diminuam a sensibilidade do sensor, gente, que coisa! Outros passageiros reclamaram também. Oh, Infraero, veja isso!!!!!!!!
Estão querendo ser mais realistas que o rei!
Quem é que está operando esses equipamentos????? Parece que gente incompetente, não? Agora temos que retirar anéis, brincos, óculos?????? Como sempre, lá vai o Brasil copiar o que não devia dos gringos........ Depois achamos ruim quando dizem que aqui é o país dos macacos e bananas.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Preparando os corações para o Natal

Gostaria de deixar uma mensagem de amor e paz a todos, que perdurasse pelo ano inteiro... Gostaria de dizer aos amigos, familiares ou não, que os amo muito, perdoando àqueles que me magoaram, pedindo perdão àqueles a quem magoei. Espero não decepcioná-los mais e me esforçarei para isso. Meu amor e meu carinho, incondicional, a todos.

Fonte: YouTube

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Robô Asimo (Honda)

'Asimo' consegue enfrentar várias superfícies irregulares sem cair e ganha novos sensores, que dão maior sensibilidade aos dedos para que a super-máquina abra até uma garrafa térmica

A Honda Motor apresentou nesta última terça-feira, no Japão, a nova versão do robô Asimo, que ganhou 2 cm de acolchoado nos pés. A máquina consegue correr a 9 km/h, mais do que muitos humanos, e três a mais que na versão anterior. O Asimo também enfrenta superfícies irregulares sem cair e ganhou novos sensores, que dão sensibilidades aos dedos para que o robô abra uma garrafa térmica.
Algumas dessas novas habilidades foram desenvolvidas especialmente para ajudar na recuperação da usina nuclear de Fukushima, que foi atingida pelo tsunami no Japão em março desta ano. A tecnologia do braço do robô vai ser utilizada para abrir e fechar válvulas, aptidão que nenhum robô tem hoje. Esse tipo de tarefa é considerada assiscada para os seres humanos por causa da radiação.

Fonte: http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/mundo/robo-impressionante-e-lancado-no-japao-e-deve-ser-usado-em-fukoshima

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

No tempo da minha infância




No tempo da minha infância
(Ismael Gaião)
 
No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal

Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria

A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade

Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração

Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido

Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir

Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança

No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado

Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria

Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira

Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado

Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos

Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras

Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cawboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão

Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé

Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar

Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão

Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia

O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço

E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira

Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar

Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade

Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança

A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez...


 


   

sábado, 22 de outubro de 2011

Tempo de reflexão

Vontade de ficar só...ao mesmo tempo, às vezes a solidão pesa. Vida interior intensa. Mas, por enquanto, nada a compartilhar. Parece-me estar navegando por outros mares. Mares de mim. Profundos. Misteriosos. Reflexões. Preciso pensar.....definir....decidir.
Decisões às vezes são difíceis. Porque vc tem que assumir as consequências. Nem sempre conhecidas ou fáceis. Falta coragem? Não. Disposição, talvez. Cansei. De tentar mudar o imutável. De esperar sem previsão de chegada. De querer fazer, esbarrando sempre num oceano de não-querer. De assumir a vida de outros. Quero a minha de volta.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Meu pai desencarnou.

Saudade. Muita. Até da ranzinzice (inventei a palavra?) típica de alguém de mais de 90 anos. Quanta vida se passou.........Prefiro acreditar que ele agora está bem, sendo assistido na espiritualidade, já encontrou, provavelmente, minha mãe, a Maria tão querida, de cuja ausência ele reclamava sempre. "Sabe o que é  pior, minha filha? A ausência!" foi o que ele me disse uma vez, quando cheguei pra lanchar com ele e ele estava triste, abatido........O que foi, pai?
Senti uma compaixão enorme. E vivenciei o que é a solidão de um velho de 90 anos que perdeu a amada, depois de uma convivência de mais de 60 anos. Por dentro, choro ainda, quando me lembro disso.

Pois então........depois de 2 meses de internação, quase 40 dias de UTI, ele conseguiu se desprender. Pena que estava sozinho. UTI's são desumanas. O sofrimento psicológico é imenso. Já imaginou você ali, rodeado de pessoas estranhas, que fazem de você o que querem. Você está impotente. Não é mais o seu dono. Não tem privacidade. Argumentei com a médica. Isso é desumano, como é que alguém, nas condições do meu pai, pode sobreviver a isso? "Eu entendo vc, se dependesse só de você seu pai não estaria aqui." Não mesmo! Muito mais digno, ético, humano, caridoso, deixá-lo viver as últimas horas com a família. Porque ele teve que morrer sozinho??? Nunca vou me conformar com isso. Nunca.
Rezei e pedi a Deus, muito. Primeiro, pela recuperação rápida. Depois, para que o libertasse daquele corpo todo machucado, que apressasse seu desencarne. Ele faleceu. A dor da perda só foi superada pela certeza de sua libertação, finalmente. Dei graças a Deus. 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Quero mais é ser Amélia!




"São 7h.
O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atira-lo contra a parede. Estou TÃO acabada, não queria ter que trabalhar hoje.
Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até.
Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas.
Aquário? Olhando os peixinhos nadarem.
Espaço? Fazendo alongamento. Leite condensado? Brigadeiro.
Tudo, menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.
Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos à mulher e por quê ela fez isso conosco, que nascemos depois dela.
Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, freqüentando saraus, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.
Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã, tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre ‘vamos conquistar o nosso espaço’. Que espaço, minha filha? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos, que raio de direitos requerer?
Agora eles estão aí, todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo da cruz. Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda. Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei – e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard, e, se duvidar, nem vôlei.(...)
Por quê, me digam, por quê um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo.
Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com o meu humor, nem ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas. Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados e especializações. Viramos super mulheres, continuamos a ganhar menos do que eles.
Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?
Chega, eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesias, faça serenatas na minha janela – ai, meu Deus, 7h30, tenho que levantar! – e tem mais, que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés pra cima e diga ‘meu bem, me traz uma dose de whisky, por favor?’, descobri que nasci para servir. Cês pensam que eu tô ironizando? Tô falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna... Eu quero é ser Amélia!"
(Fernanda Gusso)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Sobre a vida e a morte

"Somos todos seres espirituais passando por uma experiência terrena", esta é uma frase que reputo verdadeira, simples, profunda. Mas será que realmente conseguimos vivenciar isso? Estamos preparados para perdas?
 Um senhor disse uma vez que "a morte nos acompanha desde que nascemos e nunca estaremos preparados para enfrentá-la". Por que nos apegarmos tanto a coisas e pessoas, neste planeta, se aqui nada é eterno? Tudo é transitório, passageiro, fugaz.... O que trouxemos quando aqui chegamos? Nada. A não ser nosso espírito, este sim, eterno. Nossas experiências de outras vidas, no nível inconsciente. Influenciam nossa presente existência? Acredito que sim. Medos irracionais, certezas ilógicas, dejà vues.
Mortes boas e mortes más........por que isso? seria mais simples desligar um botão. Pronto. Morrer de pá-buff, como diz minha irmã. Mas não....doentes jazem em leitos de UTIs pelo mundo afora. Dias, meses, anos. Tanto sofrimento, permitido pelo Criador, deve ter um propósito. Uma lição para quem está enfermo, para sua família, amigos, todos experimentando a mesma dor.

 Me questiono muito. Principalmente se, na hora certa, vou estar tranquila. Se meu ser racional, que acredita na pós-vida terrena, irá conservar-se firme, lúcido, desprender-se suavemente, deixar-se ir. Será?

E então....o que é verdadeiramente NOSSO? O que podemos levar daqui? Carros, apartamentos, casas, amores, pertences (que na verdade não são nossos, estão emprestados a nós)?

Nossas experiências, nossos atos, nossas vitórias, amores, simpatias, inimizades, valores, isso sim, levamos conosco.

O que vamos encontrar quando partirmos? Por mais que nossas crenças pessoais estejam arraigadas, ainda não podemos afirmar categoricamente que sabemos. Eu acredito que será nossa casa, voltaremos à pátria primeira e verdadeira. Minha crença. E a sua?

Valeu a pena tanto sofrimento, muitas vezes por coisas sem cabimento? Sentimentos mesquinhos, egoístas, desavenças, falta de amor, respeito, carinhos negados, raiva, desespero, dor? Mentiras, hipocrisias, inveja?

Não creio que vá me orgulhar disso. Mas as boas obras, momentos, amores, isso é só meu. Ninguém me tira. Minhas vivências. Meus erros. Meus acertos. Minha vontade de mudar o mundo. Não consegui, mas tento!

Playing For Change | Satchita

Playing For Change | Satchita

Vejam que linda produção da Playing for Change Foundation! 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Caí no Mundo e não sei como voltar

Caí no Mundo e não sei como voltar

Eduardo Galeano

Jornalista e escritor uruguaio
O que acontece comigo é que não consigo andar pelo mundo pegando coisas e trocando-as pelo modelo seguinte só por que alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco…

Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.
E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!

Sim, já sei. À nossa geração sempre foi difícil jogar fora. Nem os defeituosos conseguíamos descartar! E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.
Nããão! Eu não digo que isto era melhor. O que digo é que, em algum momento, me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.

O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.
Guardo os copos descartáveis! Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.

Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres! É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!

É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.
E acontece que em nosso, nem tão longo matrimônio, tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.

Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.
Aonde estão os sapateiros fazendo meia-solas dos tênis Nike? Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa? Quem arruma as facas elétricas? o afiador ou o eletricista? Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os talabarteiros?

Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.

Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo! Eu juro! E tenho menos de ... anos! Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII). Não existia o plástico, nem o nylon. A borracha só víamos nas rodas dos autos e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João. Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava..
Desse tempo venho eu.  E não que tenha sido melhor.... É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa", mudar para o "compre e jogue fora que já vem um novo modelo".
Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado... E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas... por amor de Deus!
Minha cabeça não resiste tanto. Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.

E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher e o mesmo nome (e vá que era um nome para trocar). Me educaram para guardar tudo. Tuuuudo! O que servia e o que não servia. Por que, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.

Acreditávamos em tudo. Sim, já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não. E no afã de guardar (por que éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.

Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular a poucos meses de o comprar? Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?
Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos...

Como guardávamos!! Tuuuudo!!! Guardávamos as tampinhas dos refrescos!! Como, para quê?  Fazíamos limpadores de calçadas, para colocar diante da porta para tirar o barro. Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares. Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.

Tuuudo guardávamos! Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar acendedores descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para acendedores descartáveis. E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar. E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de corned-beef, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
E as pilhas! As pilhas das primeiras Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais. Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis.

Os jornais!!! Serviam para tudo: para servir de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisa para enrolar.

Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um pedaço de carne!!! E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Volcán era a marca de um fogão que funcionava com gás de querosene) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de bastos".

As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal. Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo.

Eu sei o que nos acontecia: nos custava muito declarar a morte de nossos objetos. Assim como hoje as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis, aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!

E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, e nos disseram: Comam o sorvete e depois joguem o copinho fora, nós dizíamos que sim, mas, imagina que a tirávamos fora!!! As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças. As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones. As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza. As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as cortiças esperaram encontrar-se com uma garrafa.

E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos. Ah!!! Não vou fazer!!!
Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.

Me mordo para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero. Não vou fazer.
Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.
Não vou dizer que aos velhos se declara a morte apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour.

Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...
Eduardo Galeano
* Jornalista e escritor uruguaio


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Curiosidade!!!!

É um mistério; ou não?

Este ano vamos experimentar quatro datas incomuns ....

1/1/11, 1/11/11, 11/1/11, 11/11/11, e tem mais!!!

Pegue os últimos 2 dígitos do ano em que você nasceu  e some a idade que você vai ter este ano e confira: a sua soma será igual a
111 para todos!

Por exemplo: o Johnatan nasceu em 1981, então  81 + 30 = 111

ALGUÉM EXPLICA O QUE É ISSO ????

É o Ano do Dinheiro!!!
Este ano o mes de  outubro terá 5 domingos, 5 segundas feiras e 5 sábados.

Isto acontece uma vez a cada 823 anos.

Estes anos são conhecidos como  'moneybags'.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sobre o amor e o ódio

Acabo de ler a notícia do brutal assassinato de uma jovem de 16 anos, homossexual, no interior de Goiás.
Até quando notícias assim ocuparão as manchetes dos jornais?
Porque se divulga tanto o ódio?
Porque não falar de amor?
Sentimentos são energia pura. São transmitidos, percebidos. Quem semeia vento, colhe tempestade. Bem dizia minha mãe!

Não é ser Polyanna não. Negar sentimentos ruins. É tentar mudar a energia, falando também de sentimentos nobres, de atos de amor.

Não sei se um dia as coisas mudarão. Estou sem esperança, hoje. Vou dormir. Amanhã é outro dia.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Mensagem de Amor : Pitbull Attacks!

"Eu faço o que você me manda, eu sou o que você me ensina."
Vejam o vídeo. Uma linda mensagem de amor aos animais, referenciando o Pitbull Terrier.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Reciclando

Idéia para reciclar tampas de garrafas pet.


1) Corte logo abaixo do gargalo usando tesoura ou outro cortador.

2) Passe o saco plástico por dentro do gargalo cortado. 


 

3) Depois basta fechar com a tampa. E pode usar nas embalagens
de mantimentos, pães etc.
ATENÇÃO: É melhor do que usar PREGADORES DE ROUPA.

domingo, 20 de março de 2011

Energia Nuclear

E lá vai o homem de novo. Brincar com o que não conhece direito. Não tem controle. Quando tantas formas de energia "limpa" a natureza nos oferece. Pior ainda, o Brasil. Dono de extenso parque hídrico, ventos fortes, como "macaquito" que é, resolve se aventurar também no terreno. Não entendo, alguém me explica a necessidade de termos usinas nucleares? Se a energia gerada por Angra 1 e 2 não serve quando há apagão no Rio( sim, isso mesmo, ela só complementa), qual a finalidade?  Temos que acompanhar a tecnologia? Não podemos "ficar pra trás"? Nesse assunto, acho que estaríamos décadas à frente se não desenvolvêssemos essa tecnologia.

Homem, se acha o máximo, o "cérebro pensante" do planeta. Pobre ser. Maior predador, cruel também porque pensa, planeja, executa. Serviliza e explora seu semelhante e os animais.
Nunca fui a favor da pena de morte. Mas agora estou mudando de idéia. Existem homens neste planeta que não podem conviver conosco. Só trazem morte, destruição.
Vejam o caso da Líbia. Um ditador que está no poder há mais de 40 anos, explorando um povo inteiro, e se agarra a ele com unhas e dentes, não importa o dano que esteja causando. Merece continuar vivo?
Violência atrai violência. Mas não sou Ghandi. Kadafi deveria estar morto já. Liberdade para um povo, para uma gente sofrida, mas com fibra suficiente para erguer-se e dizer um sonoro NÃO à tirania.
Ah! Se este "pacato" (leia-se passivo) povo brasileiro tivesse um décimo dessa fibra.....Ouso sonhar, quem sabe um dia.....

Tenham um bom domingo, todos os homens de paz!

quarta-feira, 9 de março de 2011

E já estamos em março!!!

Pois é, já estamos no mes de março...e por aqui, as águas de março gostaram de ficar...chegaram e não se foram ainda. Estou na serra carioca há quase 10 dias e não parou de chover, sabe, aquela chuva fininha, preguiçosa, persistente........aborrecida mesmo. Mas não dá pra ficar reclamando, a falta dela é muito pior, Brasília que o diga!
E o Carnaval? Acompanhei pela tv o desfile no sambódromo do Rio. Hoje segui a apuração: e viva a Beija Flor, grande campeã, pelo que vi, amei. Gostei muitíssimo também da Unidos da Tijuca, uma visão inovadora do carnavalesco. Se ficasse como campeã, seria justo também. Na minha opinião.
A Vai Vai, em São Paulo, conquistou mais uma vez o campeonato. Achei estupenda a idéia da música clássica com a bateria. Quem sabe assim se difunde música de altíssimo nível entre a população. Ponto pra eles!
Carnaval e chuva, de norte à sul, mas o povo curtiu, e muito. Eu fiquei em casa, confortavelmente instalada em frente à tv...vi tudo, quis estar no meio, quem sabe no próximo ano. Temos planos!
Até qualquer hora....

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Um espetáculo imperdível!

Gente, recebi por e-mail, estou repassando para vocês. Emocionei-me bastante, John Lennon da Silva, um rapaz de 20 anos, um artista fabuloso. Sugiro que vejam o vídeo. A reação inicial dos jurados, terrível, preconceituosa, desmerecendo o rapaz antes de ter visto a sua criação. No final, bem, vocês verão. Confiram, vale a pena.

OFF TOPIC ARTE DANÇA

Vale a pena assistir a apresentação do John Lenon da Silva. Emocionante.
é um video Genial sobre dança.. uma interpretação "street dance" sobre a morte do
Cisne. Vale a pena ver.






Pensamentos

Ás vezes me pego a pensar em como o ser humano pode ser às vezes tão insensível. Tão ligado a mesquinharias, sentimentos pouco louváveis, desperdiçando a vida remoendo coisas banais, vistas do ponto da eternidade do ser. Tolerância para com o próximo, respeito, deveriam ser mais exercidos. O Amor, com A maiúsculo, deveria ser o objetivo final. Amor a si mesmo, amor ao próximo, à natureza, aos animais, esses nossos irmãos não humanos que ocupam o mesmo espaço neste Planeta Azul, criaturas do mesmo Criador. Apreciar pequenas coisas, atos, palavras, por do sol, chuva, a brisa, estrelas, amanhecer, cama quentinha, abraços, beijos, faz a nossa felicidade muitas vezes. O sorriso de uma criança quando te vê, os bracinhos estendidos para te abraçar com carinho, como aquece o coração! O olhar agradecido de um animal quando vc lhe dá água limpa, comida, um lugar limpo para dormir, o nascer do dia, as flores desabrochando no jardim, pirilampos na madrugada, encontro com amigos, as risadas gostosas, o entendimento cúmplice dos olhares dos que se amam, puxa, tantos motivos para ser feliz. A galinha do vizinho não tem que ser a melhor por ser a mais gordinha, como diz o ditado. Especial é a que temos. Contentar-se com o nosso Pão de cada dia e zelar por ele, agradecendo ao Pai pelas bençãos que recebemos, não é covardia, é sabedoria. Estamos no lugar que devemos estar, convivendo com os seres que merecemos, o resto é conosco. Um bom domingo a todos.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Preservação do Meio-ambiente:Inteligência Arquitetônica

Uma msg especial de preservação da natureza.
Criatividade e vontade pra fazer o sonho sair do papel e virar realidade ... uma receita de vida.

Como ajudar ao próximo (Brasília-DF)

Como ajudar em Brasília
Muitas vezes guardamos ou ainda jogamos fora objetos que não usamos por não saber onde doá-los.
Muitas vezes ignoramos nosso próximo, onde um simples gesto de amor pode salvar vidas como doações de sangue, leite materno, alimentos, cobertores, roupas ou ainda um pouco do seu tempo.
Ajudar, no entanto, está mais fácil do que imaginamos. A seguir, locais onde podemos dar um pouco do que temos aos mais necessitados em Brasília:

1. Aquele computador que você não usa mais:
CDI - Centro de Democratização da Informática.
É uma ONG que trabalha com a população carente do DF e entorno e que necessitam de doações de equipamentos para continuar o trabalho. Marco Ianniruberto - Secretário Executivo do CDI-DF diretoria@cdi-df.org.br Aldiza - aldiza@esquel.org.br
201 Bloco A Sala 123 Brasília - DF

2. Fazer crianças felizes doando bicicletas usadas:
Rodas da Paz
Como: Recebe doação de bicicletas novas, usadas, com defeitos ou quebradas. Consertam/Reformam e doam para creches/crianças carentes. As que não tiverem conserto, eles fazem um triciclo para deficientes físicos.
thebruce@terra.com.br
www.osteixeiras.com.br
Maurício 8408.8498
Andréia 9986.2911 / 3447.4551

3. Devolvendo a boa visão a pessoas que não podem comprar óculos:
Voriques Óptica
Como: Recebe óculos com defeitos ou quebrados . Consertam e doam para idosos e crianças carentes.
Centro Médico de Brasília
SHLS 716 Bloco F loja 16/43
Voriques 3346.6100
Marina /Walace 3346.9692 (marketing)
marketing@voriques.com.br
assessoria@voriques.com.br
Pátio Brasil Shopping - Térreo Loja 104W 3225.8586 / 3223.3496
Centro Comercial Gilberto Salomão - Lago Sul 3248.6952 / 3364.3616

4. Doando eletrodomésticos novos e usados:
Recebe eletrodomésticos usados e com pequenos defeitos, restauram e repassam
100 Dimensão
Sônia, Ângela 8442.3275 angel01@hotmail.com
Melhorar a qualidade de vida de centenas de família:
QN 16 conj. 5 lote 2 Riacho Fundo II (na entrada)

5. Doando roupas, alimentos, brinquedos e outros que não têm mais utilidade para você:
Recebe roupas, alimentos, brinquedos,etc: Ajudar a cuidar de dezenas de crianças que foram abandonadas:
Aldeias SOS
www.aldeiasinfantis.org.br

6. Fornecendo remédios para quem não pode comprar:
Recebe doação de remédios
Quem forneceu os contatos foi a Dra. Neide (HRAN) 3325.4249
neide@linkexpress.com.br

7. Doando kimonos usados
Tranquillini.
Ele dá aulas de judô para crianças carentes de 7 a 17 anos e recebe kimonos usados.
Tel: 3224-7728
e-mail: tranquillini@abordo.com.br

8. Doando potes de vidro e leite materno
Seus potes de vidro usados podem ajudar a salvar vidas de muitos bebês (e seu leite também) Campanha de vidros para armazenar Leite Humano Berçário do Hosp. Santa Helena
Acima de 30 vidros eles buscam em casa
Tel: 3215.0029
Vidros de maionese, nescafé ou qualquer outro com tampa de plástico.

9. Doando livros (qualquer tipo de literatura):
Açougue Cultural T-bone
Parada Cultural é um projeto de biblioteca popular desenvolvido em trinta e seis pontos de ônibus da Avenida W3 Norte em Brasília, 24 horas por dia.
Diariamente são emprestados cerca de dois mil livros em todos os pontos.
Para fazer doações de livros basta deixá-los no Açougue T-Bone localizado na comercial da 312 Norte das 8h às 19 horas.
http://www.t-bone.org.br/
Endereço completo:
SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF CEP 70.765-520
Tel: +55 (61) 3274-1665
Obs: aceitamos qualquer tipo de acervo, desde que esteja em bom estado de conservação.

10. Doando/vendendo livros e cd's
Os livros que você não quer mais não devem ir para o lixo.
COPE Espaço Cultural (ESTE É UMA LOJA QUE COMPRA E DEPOIS VENDE)
Compra, vende troca livros (novos e usados), Cd's e RPG
Recebem livros abaixo da 5ª série e doam para escolas públicas.
3274.1017 CLN 409 Bl D lj 19/43 Asa Norte
3201.1017 SIA/Sul Conj. B lojas 418/420 Feira dos Importados

12. Doando livros sobre temas ambientais
Associação Amigos do Futuro
Doação de livros, vídeos, revistas, monografias ambientais
Telefone: 3346.0422

13. Ajudando os animais:
Adoção de animais abandonados e doação de remédios, alimentos...
ProAnima - Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal.
Entidade sem fins lucrativos
SCLN 116 - Bloco I - Loja 31 - Subsolo Ed. Cedro - Brasília - DF - CEP 70553-790 Tel: (61)3032-3583
e-mail: proanima@proanima. org.br

14. Ajudando o próximo
Se você é jovem e quer se juntar a outros jovens que estão fazendo algo pelo próximo
ONG Sonhar Acordado
Mateus 9963.9639 3468.3769
mateus@sonharacorda do.com.br
Voluntariado - passe um dia com uma criança carente
Doação de roupas, calçados, alimentos, materiais de construção.

15. Doando Sangue
Salvar a vida de muitas pessoas
Como: Doando sangue
Onde:

1. Hospital de Base. Endereço: SMHS, Quadra 101, área especial, Brasília. Tel: (61) 325-4050;

2. Fundação Hospitalar: Endereço: Setor Médico Hospitalar Norte, quadra 03, conjunto A, Bloco 03, próximo ao HRAN, no início da Asa Norte. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h e aos sábados das 7h às 12h.
Outras informações pelos telefones 160 e 3327 4424/4410 ou no site www.fhb.df.gov.br

3. Fundação Hemocentro de Brasília. Endereço: SMHN Quadra 03 - Conjunto A, Asa Norte. Telefone: (61) 327-4462 /64
Fax : (61) 327-4442
Coordenadora: Dra. Maria de Fátima Brito Portela Email: pr@fhb.df.gov.br

15. Doando Órgãos
Devolver a boa qualidade de vida a uma pessoa
Como: Doando órgãos:
Onde:

1. Disque Saúde - Transplante: 0800 61 1997
http://dtr2001.saude.gov.br/transplantes/hotsite/
http://www.abto.org.br/populacao/populacao.asp

2. Central de Captação de Órgãos - SMHS-Hospital de Base do DF, mezanino, sala 102 (61) 325 5055

Green

Instituto Nina Rosa

26/05/2010
GREEN

Seu nome é Green, ela está sozinha em um mundo que não mais lhe pertence. É uma fêmea de orangotango, vítima do desmatamento e da exploração de recursos naturais.

Este filme é uma emocionante viagem ao lado de Green, em seus últimos dias de vida. É um testemunho visual sobre os tesouros da biodiversidade da floresta tropical e o impacto devastador da exploração madeireira e do desmatamento causado para acomodar as plantações para extração de óleo de palma.
Produzido, dirigido, filmado e editado por Patrick Rouxel.
Duração: 48 min - Ano de produção: 2009
Para assistir, acesse http://migre.me/Ih44 ou



PRÊMIOS RECEBIDOS (relação em inglês)

« Grand Teton award » - « Best Conservation Program »
Jackson Hole Wildlife Film Festival – USA 2009

« Grand Prix » - « Meilleur Scenario »
Festival International du Film Animalier à Albert - France 2009
« Sapphire Award »
« Best Conservation and Environmental Issue »
« Best Sound Design »
« Best Editing »

Missoula International Film Festival - USA 2009

« Best Short Documentary »
Durango Film Festival - USA 2009

“Prix de la Protection de la Nature”
Festival International du Film Ornithologique de Ménigoute – France 2009
“Jury Award”
Amazonas Film Festival – Brazil 2009

“Jury Award”
Wild and Scenic Environmental Film Festival – USA 2010
“Best Long Film”
Crocevia Festival Audiovisivo Della Biodiversita – Italy 2010

“Prix de l’Environnement”
Festival de l’Oiseau – France 2010
«Prix Ushiaïa TV » - « Meilleur Film de Fiction »
Festival International du Film Ecologique de Bourges - France 2009

« Meilleur Moyen Métrage»
Festival du Film Nature et de l’Environnement de Murs-Erigné - France 2009
« Herisson de Bronze »
Festival International du film Nature et Environnement de Grenoble - France 2009

« Message Award »
Japan Wildlife Film Festival - Japan 2009

INDICADO PARA:
Mountain Film Festival in Telluride – USA – 28 to 31 May 2010

Festival Internacional Cinema Del Medi Ambient - Barcelona – 1 to 6 June 2010
Maui Film Festival – Hawai USA - 16 to 20 June 2010

Camelos também choram

Recomendo a leitura do texto abaixo antes de assistir o vídeo.... será mais proveitoso e compreensível.
Bom dia a todos!!
Aurora

CAMELOS TAMBÉM CHORAM
Affonso Romano de Sant'Anna

Eu tinha lido que, lá na Índia, elefantes olhando o crepúsculo, às
vezes, choram.
Mas agora está aí esse filme "Camelos também choram".
A gente sabe que porcos e cabritos quando estão sendo mortos soltam gemidos e berros dilacerantes.
Mas quem mata galinha no interior nunca relatou ter visto lágrimas nos
olhos delas.
Contudo, esse filme feito sobre uma comunidade de pastores de ovelhas e camelos, lá na Mongólia, mostra que os camelos choram, mas choram não diante da morte, mas em certa circunstância que faria chorar qualquer ser humano.
E na plateia, eu vi, os não camelos também choravam.

Para nós, tão afastados da natureza, olhando a dureza do asfalto e a
indiferença dos muros e vitrinas; para nós que perdemos o diálogo com plantas e animais, e, por consequência, conosco mesmos, testemunhar com aquela bela família de mongóis o nascimento de um filhote de camelo e sua relação com a mãe é uma forma de reencontrar a nossa própria e destroçada humanidade.

É isto: eles vivem num deserto.
Terra árida, pedregosa.
Eles, dentro daquelas casas redondas de lona e madeira, que podem ser montadas e desmontadas.
Lá fora um vento permanente ou o assombro do silêncio e da escuridão.
E as ovelhas e carneiros ali em torno, pontuando a paisagem e sendo a fonte de vida dos humanos.

Sucede, então, que a rotina é quebrada com o parto difícil de um camelinho.
Por isto, a mãe camela o rejeita.
O filho ali, branquinho, mal se sustentando sobre as pernas, querendo
mamar e ela fugindo, dando patadas e indo acariciar outro filhote,
enquanto o rejeitado geme e segue inutilmente a mãe na seca paisagem.

A família mongol e vizinhos tentam forçar a mãe camela a alimentar o
filho. Em vão.
Só há uma solução, diz alguém da família, mandar chamar o músico.
Ao ouvir isto estremeci como se me preparasse para testemunhar um milagre.

E o milagre começou musicalmente a acontecer.

Dois meninos montam agilmente seus camelos e vão a uma vila próxima chamar o músico.
É uma vila pobre, mas já com coisas da modernidade, motos, televisão, e, na escola de música, dentro daquele deserto, jovens tocam instrumentos e dançam, como se a arte brotasse lindamente das pedras.

O professor de música, como se fosse um médico de aldeia chamado para uma emergência, viaja com seu instrumento de arco e cordas para tentar resolver a questão da rejeição materna.
Chega. E ali no descampado, primeiro coloca o instrumento com uma bela fita azul sobre o dorso da mãe camela. A família mongol assiste à
cena.
Um vento suave começa a tanger as cordas do instrumento.
A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria.
A camela percebe.
Todos os camelos percebem uma música reordenando suavemente os sentidos.
Erguem a cabeça, aguçam os ouvidos, e esperam.

A seguir, o músico retoma seu instrumento e começa a tocá-lo, enquanto a dona da camela afaga o animal e canta.
E enquanto cordas e voz soam, a mãe camela começa a acolher o filhote, empurrando-o docemente para suas tetas.
E o filhote antes rejeitado e infeliz, vem e mama, mama, mama
desesperadamente feliz.
E enquanto ele mama e a música continua, a câmara mostra em primeiro plano que lágrimas desbordam umas após outras dos olhos da mãe camela, dando sinais de que a natureza se reencontrou a si mesma, a rejeição foi superada, o afeto reuniu num todo amoroso os apartados elementos.

Nós, humanos, na plateia, olhamos aquilo estarrecidos. Maravilhados.
Os mongóis na cena constatam apenas mais um exercício de sua milenar sabedoria.
E nós que perdemos o contato com o micro e o macrocosmos ficamos
bestificados com nossa ignorância de coisas tão simples e essenciais.

Bem que os antigos falavam da terapêutica musical. Casos de
instrumentos que abrandavam a fúria, curavam a surdez, a hipocondria e saravam até a mania de perseguição.

Bem que o pensamento místico hindu dizia que a vida se consubstancia
no universo com o primeiro som audível - um ré bemol - e que a palavra só surgiria mais tarde.

Bem que os pitagóricos, na Grécia, sustentavam que o universo era uma partitura musical, que o intervalo musical entre a Terra e a Lua era de um tom e que o cosmos era regido pela harmonia das esferas.

Os primitivos na Mongólia sabem disto.
Os camelos também. Mas nós, os pós-modernos cultivamos a rejeição, a ruptura e o ruído.

Haja professor de música para consertar isto.

Veja o vídeo :

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Espaço Aberto

Decidi ter um blog, um espaço para colocar meus pensamentos, pensamentos alheios, trocar idéias, difundir as minhas, provocar debates, exercer meu direito à livre expressão do que sou, do que penso, reivindicando sempre o direito de mudar de idéia, visto que viver é um processo dinâmico, e não evoluímos se não pensamos, se não tivermos o direito de mudar de rumo quando a situação e a mente assim o indicam. Não estou preocupada em fazer seguidores. Prefiro ficar no anonimato - incoerente que sou. Hoje é o primeiro dia. Não prometo nada. A mim mesma, nem a ninguém. Sou como a brisa, suave, mas posso transformar-me num furacão, depende das circunstâncias. De dócil gatinho a um feroz leopardo, bastam segundos, tudo é possível. Admito qualquer pensamento, desde que possa debatê-lo, com educação e respeito. Amo a Justiça. Renego o servilismo, a apatia covarde dos que se omitem diante do sofrimento, humano e, principalmente, dos animais, esses nossos irmãos que não têm voz para se defender da maldade humana, sem limites. Vivo a vida da melhor forma que posso, procuro fazer o bem, erro, muitas vezes, sei me desculpar. Aprendizado, sempre. Tolerância, muita. Paciência, idem. Perdão, quase sempre. Ainda tenho muito caminho a percorrer para evoluir. Sou persistente. Chego lá. Tenho fé em Deus.