sexta-feira, 20 de abril de 2012

Espaço Aberto: Tom e Jerry: Rapsódia Húngara

Espaço Aberto: Tom e Jerry: Rapsódia Húngara

Tom e Jerry: Rapsódia Húngara



Veja, ouça e curta um desenho do Tom & Jerry feito há 65 anos e que ganhou o Oscar.
Tom toca a Rapsódia Húngara nº 2 de Liszt.
Que técnica!
Lembre-se que naquele tempo não havia a informática. Foi tudo feito "na unha"...

The Cat Concerto is a 1946 American one-reel animated cartoon  and is the 29th Tom and Jerry short, produced in Technicolor in 1946 and released by Metro Goldwyn Mayer.
 It won the 1946 Academy Award for Best Short Subject Cartoon.
Tom, a piano virtuoso, is giving a piano recital of “Hungarian Rhapsody No. 2” by Franz Liszt.


domingo, 15 de abril de 2012

2012: fim do mundo?

Há muita gente que "acredita desacreditando" ou "desacredita acreditando" que 2012 será um ano de profundas mudanças em nosso planeta, principalmente no nível físico, mas com objetivo espiritual: a entrada de uma nova era para a humanidade. Eu não acho que seja assim, não com data marcada. Disseram-me também que panfletos - da Igreja Católica - falaram sobre terríveis profecias para o ano em curso. Não li nenhum deles.
Bom, o que eu vivenciei a respeito da mudança profunda que deve ocorrer no nosso planeta, mas não me disseram data alguma, vou relatar. Acredite, ou desacredite, quem quiser. Resolvi escrever, para não correr o risco de, daqui a alguns anos, esquecer alguma coisa da qual ainda me lembro. 
Trigueirinho - aposto que muitos já ouviram falar dele - estava na minha cidade, para o que seria sua última aparição pública. Um amigo havia me passado um livro dele: Aurora, sobre uma cidade intraterrena, no sul do continente americano, com própositos espirituais elevados, dotados seus habitantes de grandes poderes de promover a cura da humanidade.
Bom, disseram-me também que habitava o corpo físico de Trigueirinho um ser extraterrestre, evoluído, que teria a missão de esclarecer e preparar pessoas para o final dos tempos, do nosso mundo, como agora o conhecemos. Li muito, vários livros dele, alguns não entendi direito, confesso. Tudo isso me animou a assistir a essa que seria sua última palestra. Saí do trabalho, no final do dia, encaminhando-me para o local onde seria o evento. Tudo ocorreu conforme me disseram: quando eu lá chegasse, Trigueirinho já estaria no palco, pois ele analisava cada pessoa que entrava, procurando harmonizar o ambiente. Cheguei cedo, haviam poucas pessoas no local. Observei  o palestrante, sentado a uma mesa no palco, realmente olhando com atenção cada um que chegava ao recinto.
Procurei um lugar, sentei-me, aguardando o início da palestra. Pronto, começou, vou prestar atenção, pensei. Não sei bem o que ocorreu então, um sono irresistível, vindo do nada, como dizem, se apossou de mim e mal consegui ouvir as primeiras frases (nem me lembro quais foram, confesso). Dormi profundamente durante muito tempo e tive o que julguei ser um sonho. Relato o que me lembro, que permanece ainda vívido em minha memória, e que foi tudo o que lembrei também na ocasião. Fui conduzida a uma sala enorme, com um mapa mundi gigante, daqueles divididos em quatro partes, redondas, com várias áreas em vermelho vivo, na Europa, Ásia, Américas, etc. Me lembro bem desses continentes. Um senhor de longas barbas e cabelos, vestido com um túnica branca, amarrada à cintura, começou a me explicar quando perguntei o que eram as áreas vermelhas. Eram partes da Terra que desapareceriam após vários cataclismas que iriam ocorrer no planeta. Recordo-me que não sobrava quase nada da Europa, pouco restava à Ásia, América do Norte reduzida ao mínimo, não me lembro da América Central. Da América do Sul a única área que sobrava era a região central do Brasil, tudo o mais havia desaparecido. Em seguida, vi-me com o meu "guia" numa plataforma, num local escuro. Ele me dizia para olhar para baixo. Vi uma multidão desesperada, se debatendo sem rumo.
Eu e ele estávamos num plano mais elevado, os outros estavam num local bem abaixo de nós, mais escuro ainda, tétrico seria a palavra. Interessante comentar aqui que nossa comunicação não era verbal, a comunicação era em outro nível, mental. Ele me respondia, antes que eu perguntasse, o que eu estava pensando e queria entender. Sobre essa cena, lembro-me que fiquei com mêdo. Ele me disse que caberia a mim cuidar dessas pessoas, guiá-las. Me senti incapaz. Ele disse-me para que eu me preparasse, pois isso iria acontecer. 
Não me lembro de mais nada. Acordei. A palestra havia chegado ao fim. Fiquei decepcionada, me recriminando por haver dormido e perdido todas as palavras de Trigueirinho. Nem havia ainda acabado de pensar isso e ouvi as palavras finais dele. Dizia - "para aqueles que haviam adormecido durante a palestra" (usou essas palavras mesmo), que não se preocupassem, pois haviam sido conduzidos a um outro plano, para aprenderem de outra maneira tudo o que seria preciso que aprendessem. Deduzi então que outros, além de mim, passaram pela mesma experiência. Levantei-me, já sem culpa, sentindo-me extremamente feliz e leve, parecia flutuar, essa era a sensação. Encontrei-me com um casal de amigos ainda no auditório, quando me dirigia para a saída. Lembro-me das palavras do meu amigo:"Nossa, como você está radiante, Aurora". Pensem o que quiserem. Isso aconteceu comigo há muitos anos atrás, talvez uns 20 anos atrás. E continua forte em mim essa lembrança. Por isso resolvi relatar. Quem sabe encontre alguém que queira dividir comigo uma experiência semelhante, ou possa acrescentar algo mais a esse relato.
Fiquei muito tempo sem falar no assunto. Hoje, já madrugada, talvez pelas conversas que tive durante o dia de hoje, senti que era chegado o momento de compartilhar.