domingo, 20 de fevereiro de 2011

Um espetáculo imperdível!

Gente, recebi por e-mail, estou repassando para vocês. Emocionei-me bastante, John Lennon da Silva, um rapaz de 20 anos, um artista fabuloso. Sugiro que vejam o vídeo. A reação inicial dos jurados, terrível, preconceituosa, desmerecendo o rapaz antes de ter visto a sua criação. No final, bem, vocês verão. Confiram, vale a pena.

OFF TOPIC ARTE DANÇA

Vale a pena assistir a apresentação do John Lenon da Silva. Emocionante.
é um video Genial sobre dança.. uma interpretação "street dance" sobre a morte do
Cisne. Vale a pena ver.






Pensamentos

Ás vezes me pego a pensar em como o ser humano pode ser às vezes tão insensível. Tão ligado a mesquinharias, sentimentos pouco louváveis, desperdiçando a vida remoendo coisas banais, vistas do ponto da eternidade do ser. Tolerância para com o próximo, respeito, deveriam ser mais exercidos. O Amor, com A maiúsculo, deveria ser o objetivo final. Amor a si mesmo, amor ao próximo, à natureza, aos animais, esses nossos irmãos não humanos que ocupam o mesmo espaço neste Planeta Azul, criaturas do mesmo Criador. Apreciar pequenas coisas, atos, palavras, por do sol, chuva, a brisa, estrelas, amanhecer, cama quentinha, abraços, beijos, faz a nossa felicidade muitas vezes. O sorriso de uma criança quando te vê, os bracinhos estendidos para te abraçar com carinho, como aquece o coração! O olhar agradecido de um animal quando vc lhe dá água limpa, comida, um lugar limpo para dormir, o nascer do dia, as flores desabrochando no jardim, pirilampos na madrugada, encontro com amigos, as risadas gostosas, o entendimento cúmplice dos olhares dos que se amam, puxa, tantos motivos para ser feliz. A galinha do vizinho não tem que ser a melhor por ser a mais gordinha, como diz o ditado. Especial é a que temos. Contentar-se com o nosso Pão de cada dia e zelar por ele, agradecendo ao Pai pelas bençãos que recebemos, não é covardia, é sabedoria. Estamos no lugar que devemos estar, convivendo com os seres que merecemos, o resto é conosco. Um bom domingo a todos.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Preservação do Meio-ambiente:Inteligência Arquitetônica

Uma msg especial de preservação da natureza.
Criatividade e vontade pra fazer o sonho sair do papel e virar realidade ... uma receita de vida.

Como ajudar ao próximo (Brasília-DF)

Como ajudar em Brasília
Muitas vezes guardamos ou ainda jogamos fora objetos que não usamos por não saber onde doá-los.
Muitas vezes ignoramos nosso próximo, onde um simples gesto de amor pode salvar vidas como doações de sangue, leite materno, alimentos, cobertores, roupas ou ainda um pouco do seu tempo.
Ajudar, no entanto, está mais fácil do que imaginamos. A seguir, locais onde podemos dar um pouco do que temos aos mais necessitados em Brasília:

1. Aquele computador que você não usa mais:
CDI - Centro de Democratização da Informática.
É uma ONG que trabalha com a população carente do DF e entorno e que necessitam de doações de equipamentos para continuar o trabalho. Marco Ianniruberto - Secretário Executivo do CDI-DF diretoria@cdi-df.org.br Aldiza - aldiza@esquel.org.br
201 Bloco A Sala 123 Brasília - DF

2. Fazer crianças felizes doando bicicletas usadas:
Rodas da Paz
Como: Recebe doação de bicicletas novas, usadas, com defeitos ou quebradas. Consertam/Reformam e doam para creches/crianças carentes. As que não tiverem conserto, eles fazem um triciclo para deficientes físicos.
thebruce@terra.com.br
www.osteixeiras.com.br
Maurício 8408.8498
Andréia 9986.2911 / 3447.4551

3. Devolvendo a boa visão a pessoas que não podem comprar óculos:
Voriques Óptica
Como: Recebe óculos com defeitos ou quebrados . Consertam e doam para idosos e crianças carentes.
Centro Médico de Brasília
SHLS 716 Bloco F loja 16/43
Voriques 3346.6100
Marina /Walace 3346.9692 (marketing)
marketing@voriques.com.br
assessoria@voriques.com.br
Pátio Brasil Shopping - Térreo Loja 104W 3225.8586 / 3223.3496
Centro Comercial Gilberto Salomão - Lago Sul 3248.6952 / 3364.3616

4. Doando eletrodomésticos novos e usados:
Recebe eletrodomésticos usados e com pequenos defeitos, restauram e repassam
100 Dimensão
Sônia, Ângela 8442.3275 angel01@hotmail.com
Melhorar a qualidade de vida de centenas de família:
QN 16 conj. 5 lote 2 Riacho Fundo II (na entrada)

5. Doando roupas, alimentos, brinquedos e outros que não têm mais utilidade para você:
Recebe roupas, alimentos, brinquedos,etc: Ajudar a cuidar de dezenas de crianças que foram abandonadas:
Aldeias SOS
www.aldeiasinfantis.org.br

6. Fornecendo remédios para quem não pode comprar:
Recebe doação de remédios
Quem forneceu os contatos foi a Dra. Neide (HRAN) 3325.4249
neide@linkexpress.com.br

7. Doando kimonos usados
Tranquillini.
Ele dá aulas de judô para crianças carentes de 7 a 17 anos e recebe kimonos usados.
Tel: 3224-7728
e-mail: tranquillini@abordo.com.br

8. Doando potes de vidro e leite materno
Seus potes de vidro usados podem ajudar a salvar vidas de muitos bebês (e seu leite também) Campanha de vidros para armazenar Leite Humano Berçário do Hosp. Santa Helena
Acima de 30 vidros eles buscam em casa
Tel: 3215.0029
Vidros de maionese, nescafé ou qualquer outro com tampa de plástico.

9. Doando livros (qualquer tipo de literatura):
Açougue Cultural T-bone
Parada Cultural é um projeto de biblioteca popular desenvolvido em trinta e seis pontos de ônibus da Avenida W3 Norte em Brasília, 24 horas por dia.
Diariamente são emprestados cerca de dois mil livros em todos os pontos.
Para fazer doações de livros basta deixá-los no Açougue T-Bone localizado na comercial da 312 Norte das 8h às 19 horas.
http://www.t-bone.org.br/
Endereço completo:
SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF CEP 70.765-520
Tel: +55 (61) 3274-1665
Obs: aceitamos qualquer tipo de acervo, desde que esteja em bom estado de conservação.

10. Doando/vendendo livros e cd's
Os livros que você não quer mais não devem ir para o lixo.
COPE Espaço Cultural (ESTE É UMA LOJA QUE COMPRA E DEPOIS VENDE)
Compra, vende troca livros (novos e usados), Cd's e RPG
Recebem livros abaixo da 5ª série e doam para escolas públicas.
3274.1017 CLN 409 Bl D lj 19/43 Asa Norte
3201.1017 SIA/Sul Conj. B lojas 418/420 Feira dos Importados

12. Doando livros sobre temas ambientais
Associação Amigos do Futuro
Doação de livros, vídeos, revistas, monografias ambientais
Telefone: 3346.0422

13. Ajudando os animais:
Adoção de animais abandonados e doação de remédios, alimentos...
ProAnima - Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal.
Entidade sem fins lucrativos
SCLN 116 - Bloco I - Loja 31 - Subsolo Ed. Cedro - Brasília - DF - CEP 70553-790 Tel: (61)3032-3583
e-mail: proanima@proanima. org.br

14. Ajudando o próximo
Se você é jovem e quer se juntar a outros jovens que estão fazendo algo pelo próximo
ONG Sonhar Acordado
Mateus 9963.9639 3468.3769
mateus@sonharacorda do.com.br
Voluntariado - passe um dia com uma criança carente
Doação de roupas, calçados, alimentos, materiais de construção.

15. Doando Sangue
Salvar a vida de muitas pessoas
Como: Doando sangue
Onde:

1. Hospital de Base. Endereço: SMHS, Quadra 101, área especial, Brasília. Tel: (61) 325-4050;

2. Fundação Hospitalar: Endereço: Setor Médico Hospitalar Norte, quadra 03, conjunto A, Bloco 03, próximo ao HRAN, no início da Asa Norte. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h e aos sábados das 7h às 12h.
Outras informações pelos telefones 160 e 3327 4424/4410 ou no site www.fhb.df.gov.br

3. Fundação Hemocentro de Brasília. Endereço: SMHN Quadra 03 - Conjunto A, Asa Norte. Telefone: (61) 327-4462 /64
Fax : (61) 327-4442
Coordenadora: Dra. Maria de Fátima Brito Portela Email: pr@fhb.df.gov.br

15. Doando Órgãos
Devolver a boa qualidade de vida a uma pessoa
Como: Doando órgãos:
Onde:

1. Disque Saúde - Transplante: 0800 61 1997
http://dtr2001.saude.gov.br/transplantes/hotsite/
http://www.abto.org.br/populacao/populacao.asp

2. Central de Captação de Órgãos - SMHS-Hospital de Base do DF, mezanino, sala 102 (61) 325 5055

Green

Instituto Nina Rosa

26/05/2010
GREEN

Seu nome é Green, ela está sozinha em um mundo que não mais lhe pertence. É uma fêmea de orangotango, vítima do desmatamento e da exploração de recursos naturais.

Este filme é uma emocionante viagem ao lado de Green, em seus últimos dias de vida. É um testemunho visual sobre os tesouros da biodiversidade da floresta tropical e o impacto devastador da exploração madeireira e do desmatamento causado para acomodar as plantações para extração de óleo de palma.
Produzido, dirigido, filmado e editado por Patrick Rouxel.
Duração: 48 min - Ano de produção: 2009
Para assistir, acesse http://migre.me/Ih44 ou



PRÊMIOS RECEBIDOS (relação em inglês)

« Grand Teton award » - « Best Conservation Program »
Jackson Hole Wildlife Film Festival – USA 2009

« Grand Prix » - « Meilleur Scenario »
Festival International du Film Animalier à Albert - France 2009
« Sapphire Award »
« Best Conservation and Environmental Issue »
« Best Sound Design »
« Best Editing »

Missoula International Film Festival - USA 2009

« Best Short Documentary »
Durango Film Festival - USA 2009

“Prix de la Protection de la Nature”
Festival International du Film Ornithologique de Ménigoute – France 2009
“Jury Award”
Amazonas Film Festival – Brazil 2009

“Jury Award”
Wild and Scenic Environmental Film Festival – USA 2010
“Best Long Film”
Crocevia Festival Audiovisivo Della Biodiversita – Italy 2010

“Prix de l’Environnement”
Festival de l’Oiseau – France 2010
«Prix Ushiaïa TV » - « Meilleur Film de Fiction »
Festival International du Film Ecologique de Bourges - France 2009

« Meilleur Moyen Métrage»
Festival du Film Nature et de l’Environnement de Murs-Erigné - France 2009
« Herisson de Bronze »
Festival International du film Nature et Environnement de Grenoble - France 2009

« Message Award »
Japan Wildlife Film Festival - Japan 2009

INDICADO PARA:
Mountain Film Festival in Telluride – USA – 28 to 31 May 2010

Festival Internacional Cinema Del Medi Ambient - Barcelona – 1 to 6 June 2010
Maui Film Festival – Hawai USA - 16 to 20 June 2010

Camelos também choram

Recomendo a leitura do texto abaixo antes de assistir o vídeo.... será mais proveitoso e compreensível.
Bom dia a todos!!
Aurora

CAMELOS TAMBÉM CHORAM
Affonso Romano de Sant'Anna

Eu tinha lido que, lá na Índia, elefantes olhando o crepúsculo, às
vezes, choram.
Mas agora está aí esse filme "Camelos também choram".
A gente sabe que porcos e cabritos quando estão sendo mortos soltam gemidos e berros dilacerantes.
Mas quem mata galinha no interior nunca relatou ter visto lágrimas nos
olhos delas.
Contudo, esse filme feito sobre uma comunidade de pastores de ovelhas e camelos, lá na Mongólia, mostra que os camelos choram, mas choram não diante da morte, mas em certa circunstância que faria chorar qualquer ser humano.
E na plateia, eu vi, os não camelos também choravam.

Para nós, tão afastados da natureza, olhando a dureza do asfalto e a
indiferença dos muros e vitrinas; para nós que perdemos o diálogo com plantas e animais, e, por consequência, conosco mesmos, testemunhar com aquela bela família de mongóis o nascimento de um filhote de camelo e sua relação com a mãe é uma forma de reencontrar a nossa própria e destroçada humanidade.

É isto: eles vivem num deserto.
Terra árida, pedregosa.
Eles, dentro daquelas casas redondas de lona e madeira, que podem ser montadas e desmontadas.
Lá fora um vento permanente ou o assombro do silêncio e da escuridão.
E as ovelhas e carneiros ali em torno, pontuando a paisagem e sendo a fonte de vida dos humanos.

Sucede, então, que a rotina é quebrada com o parto difícil de um camelinho.
Por isto, a mãe camela o rejeita.
O filho ali, branquinho, mal se sustentando sobre as pernas, querendo
mamar e ela fugindo, dando patadas e indo acariciar outro filhote,
enquanto o rejeitado geme e segue inutilmente a mãe na seca paisagem.

A família mongol e vizinhos tentam forçar a mãe camela a alimentar o
filho. Em vão.
Só há uma solução, diz alguém da família, mandar chamar o músico.
Ao ouvir isto estremeci como se me preparasse para testemunhar um milagre.

E o milagre começou musicalmente a acontecer.

Dois meninos montam agilmente seus camelos e vão a uma vila próxima chamar o músico.
É uma vila pobre, mas já com coisas da modernidade, motos, televisão, e, na escola de música, dentro daquele deserto, jovens tocam instrumentos e dançam, como se a arte brotasse lindamente das pedras.

O professor de música, como se fosse um médico de aldeia chamado para uma emergência, viaja com seu instrumento de arco e cordas para tentar resolver a questão da rejeição materna.
Chega. E ali no descampado, primeiro coloca o instrumento com uma bela fita azul sobre o dorso da mãe camela. A família mongol assiste à
cena.
Um vento suave começa a tanger as cordas do instrumento.
A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria.
A camela percebe.
Todos os camelos percebem uma música reordenando suavemente os sentidos.
Erguem a cabeça, aguçam os ouvidos, e esperam.

A seguir, o músico retoma seu instrumento e começa a tocá-lo, enquanto a dona da camela afaga o animal e canta.
E enquanto cordas e voz soam, a mãe camela começa a acolher o filhote, empurrando-o docemente para suas tetas.
E o filhote antes rejeitado e infeliz, vem e mama, mama, mama
desesperadamente feliz.
E enquanto ele mama e a música continua, a câmara mostra em primeiro plano que lágrimas desbordam umas após outras dos olhos da mãe camela, dando sinais de que a natureza se reencontrou a si mesma, a rejeição foi superada, o afeto reuniu num todo amoroso os apartados elementos.

Nós, humanos, na plateia, olhamos aquilo estarrecidos. Maravilhados.
Os mongóis na cena constatam apenas mais um exercício de sua milenar sabedoria.
E nós que perdemos o contato com o micro e o macrocosmos ficamos
bestificados com nossa ignorância de coisas tão simples e essenciais.

Bem que os antigos falavam da terapêutica musical. Casos de
instrumentos que abrandavam a fúria, curavam a surdez, a hipocondria e saravam até a mania de perseguição.

Bem que o pensamento místico hindu dizia que a vida se consubstancia
no universo com o primeiro som audível - um ré bemol - e que a palavra só surgiria mais tarde.

Bem que os pitagóricos, na Grécia, sustentavam que o universo era uma partitura musical, que o intervalo musical entre a Terra e a Lua era de um tom e que o cosmos era regido pela harmonia das esferas.

Os primitivos na Mongólia sabem disto.
Os camelos também. Mas nós, os pós-modernos cultivamos a rejeição, a ruptura e o ruído.

Haja professor de música para consertar isto.

Veja o vídeo :

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Espaço Aberto

Decidi ter um blog, um espaço para colocar meus pensamentos, pensamentos alheios, trocar idéias, difundir as minhas, provocar debates, exercer meu direito à livre expressão do que sou, do que penso, reivindicando sempre o direito de mudar de idéia, visto que viver é um processo dinâmico, e não evoluímos se não pensamos, se não tivermos o direito de mudar de rumo quando a situação e a mente assim o indicam. Não estou preocupada em fazer seguidores. Prefiro ficar no anonimato - incoerente que sou. Hoje é o primeiro dia. Não prometo nada. A mim mesma, nem a ninguém. Sou como a brisa, suave, mas posso transformar-me num furacão, depende das circunstâncias. De dócil gatinho a um feroz leopardo, bastam segundos, tudo é possível. Admito qualquer pensamento, desde que possa debatê-lo, com educação e respeito. Amo a Justiça. Renego o servilismo, a apatia covarde dos que se omitem diante do sofrimento, humano e, principalmente, dos animais, esses nossos irmãos que não têm voz para se defender da maldade humana, sem limites. Vivo a vida da melhor forma que posso, procuro fazer o bem, erro, muitas vezes, sei me desculpar. Aprendizado, sempre. Tolerância, muita. Paciência, idem. Perdão, quase sempre. Ainda tenho muito caminho a percorrer para evoluir. Sou persistente. Chego lá. Tenho fé em Deus.